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Política
OS PROJETOS DE 'ALCANCE SOCIAL' DE UM DOS LÍDERES DE BETO RICHA NA CÂMARA DE CURITIBA PDF Imprimir E-mail
Escrito por Celso Nascimento, na Gazeta do Povo   
Seg, 06 de Setembro de 2010 12:11

Da coluna de Celso Nascimento, na Gazeta do Povo:

Pires 1 - O vereador Denilson Pires (DEM), preso na semana passada sob suspeita de desvio de verdas do Sindicato dos Motoristas e Cobradores de Curitiba (Sindimoc), é autor de dois projetos na Câmara Municipal. Um deles concedo o título de cidadão honorário ao ex-vereador cassado Valdenir Dias – preso com ele na mesma operação deflagrada pelo Ministério Público, como participante do mesmo esquema. Outro projeto, se aprovado, embora tão insensato quanto o primeiro, teria consequências mais graves.

Pires 2 - Denilson, que atua como obediente membro da base de apoio do ex e do atual prefeito da capital, foi autor do Projeto de Lei 005.00089.2010 que, se adotado, permitiria a extensão da vida útil do lixão do Caximba por mais algum tempo.

A ideia dele era impedir que outras cidades da região metropolitana também depositassem lixo lá, o que prolongaria o uso do lixão por mais algum tempo – claro, com a permanência dos problemas ambientais que ele causa. Sem chance: a Justiça já mandou a prefeitura fechar o Caximba para sempre, a partir de 1.º de novembro.

 
Coligação de Beto consegue liminar contra Requião na Justiça Eleitoral PDF Imprimir E-mail
Escrito por Luciana Pombo, Blog Política em Debate/Bem Paraná   
Dom, 29 de Agosto de 2010 23:59

Luciana Pombo, Blog Política em Debate/Bem Paraná

O juiz auxiliar eleitoral Juan Daniel Pereira Sobreiro não aplicou multa, mas orientou o candidato ao Senado Roberto Requião de Melo e Silva a respeitar as normas da legislação eleitoral e colocar como legenda em todas as suas inserções em televisão do texto “Propaganda Eleitoral Gratuita”. É que a coligação Novo Paraná, que quer como governador o ex-prefeito Beto Richa, entrou com uma ação por prática de propaganda irregular contra Requião. O alvo é propaganda que foi ao ar no dia 22 de agosto, na RPCTV, sem identificação de suplentes e sem o texto informando que era propaganda eleitoral gratuita.

O juiz eleitoral notificou Requião, que informou que a regularização da colocação dos nomes dos suplentes já havia sido realizada. Com a defesa em mãos, o juiz decidiu que a omissão dos nomes dos suplentes fere a Lei 9.504 de 1997, mas não aplicou multa por ser uma “mera irregularidade formal”. No entanto, as próximas inserções terão que se encaixar no modelo proposto pela legislação eleitoral.

Última atualização em Seg, 30 de Agosto de 2010 00:02
 
Aliados de Beto Richa desistem de ‘lockout’ na Educação PDF Imprimir E-mail
Escrito por Esmael Morais, via blog   
Seg, 16 de Agosto de 2010 13:14

Do Esmael Morais

* 871 alunos de Piraquara ‘quase’ ficaram sem transporte

Prefeito de Piraquara Gabão.

 

O ‘lockout’ no transporte escolar programado por prefeitos aliados ao candidato do PSDB ao governo do estado, Beto Richa, que aconteceria nesta segunda-feira (16), não se concretizou. Ficou apenas na ameaça.

A tentativa de paralisação capitaneada pelo prefeito de Piraquara, Gabriel Jorge Samaha (PPS), o Gabão, não prosperou porque a diretora de Administração Escolar (DAE), Simone Martinez, da Superintendência de Desenvolvimento Educacional (SUDE), organizou um plano de contingência em caso de o município deixar de ofertar o transporte escolar para os alunos.

Gabão, que é professor de História, é um dos nomes cotados para assumir a Secretaria de Estado de Educação (SEED), caso o tucano Beto Richa vença as eleições de outubro.

Além do prefeito de Piraquara, Carlos Eduardo Sanches, o Paulista, secretário municipal de Castro, que preside a Undime (União dos Dirigentes Municipais de Educação), também estimulava o ‘lockout’ frustrado.

‘Lockout’ é um termo inglês para paralisação organizada com o intuito de dificultar negociações entre partes. Trata-se de uma estratégia patronal muito difundida para atingir determinados objetivos políticos. No movimento sindical essa prática é proibida por lei.

Há duas semanas, o governador Orlando Pessuti (PMDB) havia anunciado o aumento dos recursos do transporte escolar para R$ 53 milhões. A título de comparação, em 2002 os municípios recebiam apenas R$ 7 milhões para o transporte dos alunos.

O diretor-geral da SEED, Altevir Rocha, afirma que o governo está preparado para enfrentar esses imprevistos decorrentes do ano eleitoral.

 
Intimidação não combina com Democracia PDF Imprimir E-mail
Escrito por Rodini Netto   
Sex, 13 de Agosto de 2010 01:10

Dia desses, estava eu a passar pelos corredores de uma Casa de Leis onde costumo efetuar o trabalho de cobertura jornalística, quando adentrei à sala do cafezinho, que é comum a todos os mortais.

Conversei com algumas pessoas que ali se encontravam e, não mais que de repente, um assessor de um edil local me indaga: "você acha que está certo o que você escreveu?", "você acha que pode escrever o que escreve aqui?", "O que você está querendo dizer com isso aqui?". "É melhor tomar cuidado com o que escreve"!

Para bom entendedor, isso não passa de intimidação (e das mais claras). Sabe-se lá o porque, este assessor (que nunca teve o hábito de questionar o que escrevo), de uma hora para a outra, me veio com essa.

Se foi a mando de alguém, já não sei.

Mas sei que, se pensam que ainda vivem nos tempos da ditadura, vivemos hoje numa democracia, onde o direito de livre expressão é real, e onde a intimidação (ou tentativa de), não combina com o Estado Democrático de Direito.

A verdade é que, no meio político, esse tipo de intimidação sempre acaba por ocorrer.

Basta ver o jornalista que foi agredido por um candidato ao Senado (será que concorre também a uma vaga na cadeia), que por discordar de suas perguntas, partiu para a briga.

Se essa moda pega, voltamos aos tempos em que o cerceamento da expressão, a censura, e a ignomínia, passam a ser comuns. Longe pra lá esse tempo, diria alguém.

Acontece que alguns provincianos continuam a propagar esta prática, ainda mais quando não conseguem "comprar" aqueles a quem, sabem, podem vir a se tornarem "pedra de tropeço" para suas ambições políticas.

A verdade é que intimidação não combina com Democracia... e todos aqueles que agirem de forma antidemocrática, devem ser (e serão) desmascarados.

Sou um dos filhos da geração que teve os pais que vivenciaram a ditadura. Dos meus 39 anos, vivenciei o final desta praga. Aos 14 anos (1984), ainda na Juventude do PMDB, comecei a militar em política e, desde então, nunca mais deixei de me envolver naquilo que os ventos da democracia trouxeram a nós.

Vivemos, em 1988 e 1989, como representantes do movimento estudantil secundarista, as lutas contra a arbitrariedade policial que atacou professores na frente da Assembleia Legislativa do Paraná, e hoje marcam a História.

Participamos, a duras penas, da reorganização do movimento estudantil do Paraná de 1989 a 2006, juntamente com companheiros como Paulo César Medeiros (o Paulinho, hoje professor), Márcio Killer (bancário, dirigente do Sindicato dos Bancários de Curitiba), Professor Kico, Márcio Sanches (ex-presidente da Ules, hoje publicitário), Sidnei Silva (hoje presidente do PT de Londrina), André Passos (ex-vereador de Curitiba, advogado), Maurício Cheli (hoje assessor do Deputado Federal Angelo Vanhoni), e tantos outros, como o ex-presidente da Ubes, Joel Benin, Esmael Morais (jornalista e blogueiro político), o ex-deputado federal e meu amigo Ricardo Gomyde, minha amiga, advogada Gleisi Hoffmann, e o atual Ministro dos Esportes, Orlando Silva Júnior, que à época em que fui Secretário de Imprensa da UPE, era o Presidente UNE (quantas conversas e bate-papos em Curitiba, Londrina, São Paulo e Brasília).

Muitos outros nomes marcaram a minha vida política e são, ainda, pessoas que tenho na alta estima. Destes, não me lembro de algum que possa citar como alguém que cedeu à intimidação, assim como eu não cedi e não cedo.

Se podemos hoje escrever, falar, ter liberdade, é porque milhares de pessoas também não cederam e, por isso, tombaram pela tortura e os massacres promovidos pela Ditadura Militar.

Queremos voltar a isso? Claro que não.

Intimidação, meus caros, não combina com Democracia.

Pela liberdade de expressão, pela liberdade de opinião, pela democracia!

Última atualização em Sex, 13 de Agosto de 2010 12:28
 
Leia o Blog Meandros da Política PDF Imprimir E-mail
Escrito por Rodini Netto   
Qua, 11 de Agosto de 2010 00:09

Ou acesse: www.meandrosdapolitica.wordpress.com

 
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