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Desfile Cívico em Piraquara ficou no passado |
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Escrito por Rodini Netto
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Qua, 08 de Setembro de 2010 10:32 |
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Rodini Netto
Há quantos anos o município de Piraquara não realiza um Desfile Cívico no 7 de setembro? Ficou no passado.
Como pode uma cidade administrada por um professor de história esquecer-se da história da Independência do Brasil? Pois é, em Piraquara, tudo pode acontecer.
Talvez porque estariam com vergonha de mostrar o "canteiro de obras" em que se tornou o tal "calçadão" e o centro de Piraquara...
Uma cidade sem memória? Não... os moradores, com toda a certeza, gostariam de ver um desfile cívico em Piraquara. Mas não tivemos...
Ah! Mas vem aí o "Dia do Evangélico" e teremos uma festividade.
Sabe, sou evangélico... mas o tal "Dia do Evangélico" realizado em Piraquara, normalmente, não passa de uma atividade fechada, restrita a um grupo denominacional específico, nas mãos de representantes de outro grupo político específico ligado à administração municipal. Criado para beneficiar a um ou outro representante de alas políticas do município ligados às igrejas evangélicas locais. É isso o que é o "Dia do Evangélico". Porque, na época, não criaram, ao invés disso, o dia da Bíblia?
Bom, já vou ser estigmatizado por alguns dos meus irmãos de fé... mas prefiro chamá-los a ver o seu erro, e lembrar-lhes do seu pecado, do que ficar calado... mas estarei lá, reportando as atividades do "Dia do Evangélico". Será que me darão o microfone por alguns instantes? Duvido. Mas se será uma comemoração do "nosso dia", porque não deveria eu (nós) ter acesso aos microfones?
Voltando à inexistência do Desfile Cívico do Dia da Independência do Brasil, me recordo das pequenos vilarejos de Portugal que, no dia 25 de abril não deixam, em hipótese alguma, de comemorar o Dia de Portugal... por mais pobres que sejam as freguesias (vilas, vilarejos, etc...).
Só podemos lamentar...
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Menor é assassinado na frente da casa dos parentes |
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Escrito por Menor é assassinado na frente da casa dos parentes
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Qua, 08 de Setembro de 2010 10:06 |
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Adolescente tinha se mudado do Guarituba. Foto: Fábio Alexandre
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Janaína Monteiro, do Paraná Online
O adolescente Eduardo Rafael Freitas, 16 anos, foi assassinado com tiros na cabeça, por volta das 21h30 de domingo, em frente à casa de parentes, na Rua Tereza Pressin, no bairro Guarituba, em Piraquara.
A mãe da vítima contou à polícia que soube por familiares que seu filho foi chamado pelo nome, por dois homens. Quando o garoto saiu no portão, foi baleado.
Policiais militares atenderam à ocorrência, porém não conseguiram muitas informações sobre a autoria do crime, com os moradores da região. No local, eles apuraram apenas que a vítima residia em Rio Branco do Sul há cerca de três meses e voltou a Piraquara no domingo para visitar parentes. |
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Força Verde fecha rinha e apreende 30 galos em Piraquara |
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Escrito por AEN
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Seg, 06 de Setembro de 2010 21:33 |
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Após denúncias anônimas, a Força Verde da PM localizou e fechou um ambiente utilizado para rinha de galos, na Rua da Oca, bairro Rio dos Sapos, em Piraquara, Região Metropolitana de Curitiba. Também foram apreendidos 30 galos de briga, alguns bastante machucados, lavrados nove autos de infração aos proprietários, e outras 30 autuações para os participantes.
“A rinha estava sendo iniciada quando chegamos”, conta o subtenente Valtemir Luiz Valczak, responsável pela operação. A ação foi desencadeada por policiais do serviço reservado da unidade e também da 1ª Companhia da Força Verde, localizada em Paranaguá. “O local vinha sendo acompanhado o que facilitou a prisão dos infratores”, disse o policial.
A apreensão faz parte da Operação Caápua, que tem como objetivo proteger animais silvestres, ou qualquer outro animal que esteja sofrendo maus tratos em todo o Paraná. “Não adianta os infratores das leis ambientais se esconderem em locais de difícil acesso, como esta chácara, porque os policiais ambientais não medem esforços para proteger a fauna e a flora”, afirma o subtenente.
Todos os autuados terão 20 dias para apresentar defesa. “A pena prevista para este tipo de crime é de 6 meses a 1 ano e mais multa, que pode variar de R$ 500,00 a R$ 3.000.00 por animal apreendido”, esclarece o subtenente Valczak. As aves apreendidas passam por avaliação para medir suas condições de saúde.
Para o comandante do Batalhão de Polícia Ambiental Força Verde, tenente-coronel João Alves da Rosa Neto, a operação Caápua é importante para a preservação da fauna paranaense, e para que a população possa contribuir está à disposição o disque-denúncia 0800 643 03 04, telefone gratuito. O denunciante não precisa se identificar. |
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PAC só entrega 5% das casas |
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Escrito por Gazeta do Povo
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Seg, 06 de Setembro de 2010 12:07 |
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Vadislava Andreola, moradora no Guarituba, em Piraquara: “Adoro meu cantinho e não queria sair daqui. Vamos ver como será lá”
Três anos depois de lançado, programa concluiu 227 projetos no país, revela levantamento da ONG Contas Abertas. Ministério das Cidades garante que, até o fim do ano, 38% das obras iniciadas estarão prontas
Gazeta do Povo
O bairro Guarituba, em Piraquara, região metropolitana de Curitiba, hoje pode ser considerado o símbolo do que até agora foi o PAC (Programa de Aceleração de Crescimento) da Habitação no Brasil: o projeto de desocupação dos mananciais e realocação das 8,8 mil famílias para uma nova área ainda não está pronto. E não é um caso isolado. O PAC foi lançado há exatos três anos no país e até agora só entregou 5% das obras prometidas. O balanço da ONG Contas Abertas mostra que foram fechados 4,1 mil projetos nos 26 estados e no Distrito Federal. Desses, apenas 227 foram concluídos até abril deste ano.
O Paraná está em uma situação melhor do que a média nacional: até o momento, entregou 11% dos projetos de habitação. É o quinto estado que mais concluiu projetos do PAC junto com o Mato Grosso do Sul. Apesar disso, grande parte do que foi entregue refere-se à elaboração de um plano local de habitação, ou seja, são projetos e não, como o esperado, obras. Quatro estados, porém, estão em situação bem pior, porque têm apenas 1% das obras concluídas. São eles: Rio de Janeiro, Bahia, Ceará e Paraíba.
O Ministério das Cidades explica que o atraso aconteceu porque as seleções e contratações dos programas Pró-Moradia e Fundo Nacional de Habitação de Interesse Social (FNHIS) ocorrem ano a ano e que, em 2007 (quando o PAC foi lançado), elas não foram plenamente realizadas. Além disso, à medida que são feitas novas contratações, com acréscimo de valores e quantidade de obras, o porcentual de execução e conclusão é automaticamente reduzido.
A urbanização das favelas é o projeto de maior vulto do PAC, segundo o ministério, e as obras foram integralmente contratadas e 94% delas estão em execução. O Ministério das Cidades explica ainda que, até o final do ano, 38% do total das obras de habitação contratadas estarão prontas.
Para a equipe do PAC da Companhia de Habitação do Paraná (Cohapar), o PAC1 foi diferente do PAC2 porque teve uma maneira de contratação mais simplista, o que pode ter contribuído com os atrasos. “Fazia-se um projeto simples (sem previsão elétrica e hidráulica, por exemplo), acreditando que ele seria possível, mas no decorrer das obras acabava-se esbarrando na falta de verbas, por causa também do déficit inflacionário, licenças ambientais que não saíam e valores maiores do que o previsto para possíveis indenizações”, explica o presidente da Cohapar, Everaldo Moreno.
No Guarituba, em Piraquara, por exemplo, ainda há entraves com licenças ambientais. E o custo da obra foi maior do que o previsto porque a nova área de habitação está em cima de um banhado: foi necessário um investimento amplo em aterro e em estrutura para que as casas não tivessem problemas. A equipe da Cohapar explica ainda que poderia ter escolhido outra área para fazer o projeto de habitação, mas como a população está no bairro e não quer sair dali, o trabalho teve de ser dobrado.
Quem mora no Guarituba não perde as esperanças de conseguir uma casa nova. Ainda não se sabe quem serão os novos moradores, mas é provável que as famílias que vivem nas margens do canal extravasor do Rio Iraí sejam as primeiras a serem beneficiadas. “Meus dois filhos terão a chance de ter a casa própria pela primeira vez. Hoje moram nestas duas casinhas que são minhas”, diz a moradora Ana Cecília de Abreu. Por outro lado, há quem olhe o PAC com desconfiança. “Adoro meu cantinho e não queria sair daqui. Vamos ver como será lá”, diz Vadislava Andreola. Os moradores temem a falta de um terminal de ônibus, que ainda não está previsto para a região. |
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