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Gleisi visita Centro do Adolescente e defende combate às drogas PDF Imprimir E-mail
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Escrito por Débora Matos   
Qua, 28 de Julho de 2010 18:55

A implantação de políticas em defesa das crianças e dos adolescentes é uma das bandeiras da candidata ao Senado Gleisi Hoffmann (PT). Sempre atenta a essa questão, ela tem participado de debates e procura conhecer o trabalho desenvolvido pelas entidades que atuam junto a essa faixa etária da população.

Recentemente, Gleisi esteve no Centro Integrado do Adolescente, em Curitiba, referência em todo o Estado no trabalho de assistência de menores infratores ou vítimas de violência. Nesta delegacia, que atende a capital e Região Metropolitana, cerca de 2.500 a 3.000 crianças e adolescentes são apreendidos por ano. A rede de atendimento é formada pela Delegacia, posto do Ministério Público e o Centro de Sócio-Educação (Cense), tudo no mesmo espaço físico, o que agiliza o processo.

O principal fator apontado para o problema da violência precoce é a falta de uma boa estrutura familiar, cenário encontrado na maior parte dos casos. Segundo a instituição, 3% dos jovens apreendidos moram nas ruas, 30% com os pais, não necessariamente em uma família estruturada, e o mais alarmante: 60% morrem entre 17 e 19 anos. “O trabalho de resgate de valores familiares é emergencial para tratar de outros males sociais, como a drogadição e a violência entre crianças e adolescentes. A paz começa dentro de casa”, comenta Gleisi.

Uma das maneiras de fazer frente ao problema, diz a candidata, é o combate ao tráfico de drogas, que tem seduzido os jovens cada vez mais cedo. “As drogas prejudicam muito as relações sociais e é uma das maiores responsáveis pela violência nas ruas. Nós precisamos conscientizar os nossos jovens de que a felicidade não está em algo externo ou em algo que nós ingerimos, mas sim no equilíbrio que possuímos, está no encontro com nós mesmos e sobretudo na nossa saúde emocional e espiritual”, diz.

Neste sentido, Gleisi acredita que é fundamental colocar psicólogos em todas as unidades para acompanhar o caso desses jovens. “Esse é um trabalho fundamental. Temos que ter mais assistentes sociais e um efetivo maior”, sugere, lembrando que também é preciso criar estruturas de apoio para as famílias, que são afetadas pelo problema na mesma proporção. “A informação aliada ao diálogo no ambiente familiar são as ferramentas principais no combate ao problema”, diz. “Quero ser senadora para combater as drogas, a violência e para defender as nossas crianças e jovens”, acrescentou.

 

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